JPMorgan trabalha na soluo para transformar Uber, Airbnb e Amazon em bancos digitais

Atualmente, os aplicativos de alta popularidade e empresas que trabalham com e-commerce têm procurado soluções para dar aos seus clientes ou prestadores de serviços maneiras simples de alinhar os investimentos feitos dentro das plataformas com as maneiras de realizar pagamentos.

Entretanto, tem se notado que essa tentativa desenvolvida pelas próprias empresas está fazendo com que elas se tornem mais parecidas com bancos digitais, fugindo totalmente da proposta que cada uma deseja de fato implementar a dificultando a compreensão de quem é usuário novo de entender o real propósito deles.

Vendo que tal situação estava começando a modificar o formato de trabalho de grandes marcas, a JPMorgan resolveu apresentar uma solução de trabalho que adapte o estilo de bancos digitais da atualidade ao modelo de negócio de cada uma sem que estas dependam de terceiros e também não precisem modificar a prestação de serviço.


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Basicamente a líder mundial em serviços financeiros está desenvolvendo um modelo de implementação que realiza o controle de ganho e gastos sem a necessidade de envolver outros aplicativos no processo, deixando tudo mais alinhado e menos propício a erros.

Neste primeiro momento, a JPMorgan está tentando negociar com Uber, Airbnb, Lyft e Amazon, onde a intenção é proporcionar aos milhões de clientes um banco virtual completo, com conta bancária e opções para facilitar a compra de bens, como empréstimo para veículos e descontos exclusivos para locação de imóveis.

Na visão da empresa que está oferecendo a alternativa, vai ser possível realizar uma grande economia por parte daquelas que aceitarem a proposta, pois não vai haver gastos com taxas de transação e isso pode até mesmo influenciar no preço cobrado pelas mercadorias, que normalmente, abrangem esses encargos.

“O maior medo de uma empresa é que, uma vez que eles estabeleçam um relacionamento do tipo comercial, não possam manter o usuário final e ele deixe o ecossistema porque agora tem um relacionamento direto com o vendedor”, declara Matt Loos, diretor administrativo da estratégia global de pagamento e grupo de produtos da JPMorgan.

Obviamente que, apesar de ser algo positivo, existem empresas que não estão aceitando muito bem essa alternativa da JPMorgan, principalmente a Uber, já que já trabalha em parceria com a Green Dot para lançar uma carteira eletrônica, algo que estava sendo cotado para acontecer aqui no Brasil através do Banco Inter.

Independente da aceitação ou não dessas grandes marcas, a empresa de serviços financeiros planeja encontrar pelo menos uma que tope entrar nessa empreitada até o fim do ano.

E aí, caro leitor, você acredita que essa solução da JPMorgan daria certo? Diga a sua opinião nos comentários!

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