Conheça a trajetória do uber cadeirante, baleado com 21 anos

O cadeirante Cleber de Oliveira Vaz, de 39 anos, trabalha como motoboy por aplicativo no “Uber eats” há quase um mês e tornou-se exemplo de força de vontade e fé. O entregador não mede esforços quando o assunto é sustentar a família. Junto com a esposa, Adriana Vaz, 32, ele sai todos os dias para vender bolo caseiro de milho e macaxeira nas ruas de Manaus (AM).

“Há 17 anos que vivo nessa condição. Eu tento me virar do jeito que eu posso. Meus amigos conhecem a minha história de vida. Fui baleado quando tinha 21 anos e acabei ficando paraplégico. Então, esse foi o modo que eu vi para ajudar a sustentar a minha família, pois as coisas não estão fáceis”, contou o autônomo.

O “Uber cadeirante” explicou ainda que é praticamente impossível uma empresa contratar cadeirantes. “As vagas de PCD são preenchidas por pessoas que possuem pequenas deficiências, como por exemplo, quem não tem um dedo. Então, por conta disso, eu vi uma oportunidade nos aplicativos para trabalhar”, completou.

Cofira a reportagem completa no site Manaus Alerta, parceiro do Metrópoles.

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